Escola Dominical - Seminário Teológico Permanente
sábado, 4 de abril de 2026
O espírito do engano já opera
quinta-feira, 1 de maio de 2025
Trabalho, dignidade em ação
Algumas coisas acontecem na nossa vida para revelar quem de fato somos, como reagimos no dia da adversidade e, igualmente, revelar quem são as pessoas do nosso convívio. Coisas ruins trazem a didática perfeita para nos confrontar, fazer nossos medos virem à tona para tratá-los, quebrar nosso orgulho ainda não trabalhado, aliviar nosso ponto de contato com a sabedoria vinda de Deus quando já a temos. Coisas boas fazem a gente se sentir feliz, realizado, desejosos de compartilhar com nossos amigos, seja para dividir o ganho ou até mesmo para demonstrar o quão importantes somos; ostentar, né? Mas quem quer divulgar as perdas, hein?
Entre 2000 a 2001 eu era empresária na minha cidade, Campina Grande, Paraíba. O ramo de atuação era escola de informática, bastante promissor à época; mercado que já atuava desde 1998. Eu não tinha formação universitária na área, e embora tivesse cursos profissionalizantes para poder transmitir conhecimento, além de uma boa desenvoltura/didática para ensinar, meu desejo era formação superior. A escola funcionava todos os dias nos três expediente e também aos sábados, e se fosse aberta aos domingos, como era na escola onde trabalhava antes de ter a minha própria, haveria aluno também. Ou seja, não me sobrava tempo para mais nada a não ser dar aulas, trabalhar.
O local onde a escola funcionava era um prédio empresarial bem localizado na cidade. Haviam empresários de outras áreas, profissionais liberais que tinham salas no mesmo local, pessoas queridas que dividiam o empresarial comigo e nossa equipe de trabalho. Fiz amizade com a dona do prédio e sua família e muitos dos que ali trabalhavam, foi um tempo muito bom e de bastante crescimento (agradeço demais a Deus pela equipe que trabalhava e por sua importância para mim!). Porém, no ano de 2001 passamos por uma crise e a escola teve que ser fechada. Um dos motivos foi uma parceria feita com um órgão público que não cumpriu sua parte no acordo em tempo hábil. Os dias e horários reservados para os alunos, funcionários públicos oriundos desse setor, ficaram vagos e o prejuízo veio imediatamente. Obviamente, minha pouca experiência com negócios foi determinante nesse caso, não tinha elaborado nenhum plano de contingência caso algo do tipo acontecesse.
Mas o que me estava reservado era algo maior, mais desafiador, que requereria mais de meu brio, das minhas emoções, da minha psique. Após o fechamento da escola e de resolver toda a burocracia que isso demandou, lembro-me bem que precisei deixar alguns equipamentos em uma sala vazia do prédio por algum tempo. Como não estava em condições financeiras para alugar a sala, fiz uma permuta de serviço com a dona: enquanto meus equipamentos estivessem lá e nenhum inquilino locasse o lugar, eu faria a limpeza da área social do prédio como forma de pagamento da sala. Isso mesmo, passei uns dois ou três meses fazendo a limpeza uma vez por semana do prédio onde fui empresária! Havia o zelador, mas um dia por semana ele não ia (acho que às sextas, agora não lembro ao certo) e eu fazia a limpeza com resignação.
Certa vez, um colega empresário chegou para trabalhar e me viu zelando o prédio. Falei com ele como de costume e continuei o serviço. Lembro-me do choque que ele teve e sua reação. Lembro-me também de sua abordagem teológica ao me ver naquela situação: foi visível as lágrimas em seus olhos, a decepção estampada em seu rosto e sua compaixão por mim. Conversamos um pouquinho no local e citei os textos bíblicos que davam fundamentação teórica para tentar confortá-lo no momento. Confesso que não esperava aquela reação dele, especialmente porque o argumento teológico que ele usou foi que, em síntese, como filha de Deus não poderia aceitar uma “derrota”. Porém, eu tentei mostrar-lhe que racionalmente estava sendo prática resolvendo com a força do meu trabalho uma questão financeira, assim como também havia pago uma dívida com o que tinha de mais moderno em loja (ainda bem que foi a familiares), e que ao contrário de derrotada estava era grata por ter conseguido a sala para meus outros equipamentos por um preço bem baixo. E teologicamente meu argumento foi Paulo e sua carta aos Filipenses 4:
¹¹ já aprendi a contentar-me com o que tenho.
¹² Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.¹³ Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.
Ao final da conversa, graças a Deus, nós dois saímos reconfortados pelo Espírito Santo. Não foi fácil para mim encarar alguns olhares reprovadores e julgadores, principalmente, porque estava ainda sem entender direito meus sentimentos. Mas a fé em Jesus e em Seu testemunho escrito na Bíblia me davam forças para superar tudo aquilo e prosseguir. De alguma maneira eu sabia que no plano espiritual tudo aquilo tinha um propósito de ser, e me serviria de experiência para outros enfrentamentos no futuro. Vale lembrar, que eu era nova convertida, tinha apenas meses que havia me tornado discípula de Jesus. Ah, trabalhei também como vendedora na Terral, uma loja de roupas que ficava ao lado do prédio da escola de informática.
E foi a partir dessa capacidade que Deus me deu de trabalhar em várias áreas, de enfrentamento da vida, de coragem para lutar, e sobretudo de um cérebro ávido por aprendizagem, pela verdade do que significa a vida, que dois anos depois tive a oportunidade de parar de trabalhar para estudar. Fazer o curso superior que tanto almejava. Fiz logo dois vestibulares, um para Computação na UEPB (Universidade Estadual da Paraíba) e Engenharia Civil na UFCG (Universidade Federal de Campina Grande). Passei em ambos, cursei os dois simultaneamente e os concluí, por bondade de Deus. Não me pergunte como consegui esse feito, que eu mesma não sei. Mas quem estudou comigo sabe o quanto eu era focada e amava estudar; amo! Aliás, esse blog foi criado fruto de uma disciplina do curso de Computação.
Você que está lendo esse texto e acha que sua situação não tem mais jeito, que tudo está perdido, se sente humilhado(a), que sua missão aqui nessa vida acabou, por favor me escute: você já fez o seu papel e está sem forças, já se esforçou o suficiente, lutou demais e por muito tempo? Eu quero te dizer que antes de passar e cursar os dois cursos universitários dos meus sonhos, eu havia parado de estudar por uma tragédia pessoal que me aconteceu logo depois que concluí o ensino médio com êxito! Eu não tinha mais esperança em voltar a estudar, aliás eu saí, inclusive, de minha cidade e fui embora desesperada. Mas quem me permitiu ir e vir, passar por tudo que passei, me trouxe de volta para fazer aquilo que Ele mesmo me deu por missão: testemunhar de Jesus Cristo por onde quer que fosse e seja lá o que fizesse, sob qualquer circunstância da vida. Porque Deus é Deus que efetua em vós tanto o querer como o realizar segundo sua boa vontade (Filipenses 2:13). Tudo é sobre Ele.
Lembre-se, não é tua função que te define, se empresário(a) ou zelador(a), não é tua formação, nem tuas posses, nem mesmo a falta delas. O que te define é o Sacrifício do Deus vivo que morreu na cruz do calvário e ressuscitou por ti. É a tua confissão consciente na crença do Filho de Deus. É Jesus quem te justifica, é Ele que sabe o que contém em teu coração, tua intenção, tua vontade de acertar e vencer, independente da aprovação dos outros ou não. Busque o entendimento pessoal do que está escrito sobre o Filho de Deus: O porquê Ele nasceu de forma tão humilde e até humilhante aos olhos dos homens, mas no plano espiritual havia um coral de anjos cantando para a majestade do Deus que veio como homem à terra. Aprenda o porquê Jesus morreu na cruz e tantos ressurgiram dos mortos com sua ressurreição também. Foi unânime a morte de Jesus na cruz; todos viram. A negação de sua ressurreição só se deu por parte de quem quis omitir que Ele fosse o Messias prometido; conveniente não é? Portanto, basta honestidade intelectual para se fazer uma pesquisa e revisitar o acervo bibliográfico ao longo da história e esclarecer qualquer dúvida que você tenha. Chegue à sua própria conclusão racional e espiritual. Alguns fizeram isso, como Josh McDowell, por exemplo. Ele tentou provar que a ressurreição de Jesus Cristo não havia acontecido e se deparou com muitas provas documentais importantes.
Permaneça de cabeça erguida, caro leitor. Independente do seu trabalho, função, ou cargo, o mais importante da vida é sua identidade em Deus, sua dignidade em executar qualquer missão que lhe chegar às mãos para fazer. Faça com amor, destreza, dedicação e alegria. Sua principal recompensa vem de Deus, provedor de todas as emoções e sentimento que satisfazem o ser humano. E assim você poderá dizer verdadeiramente: “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece”. Por isso digo sempre: somos filhos de Deus que eventualmente realizamos alguma função.
Feliz dia do trabalho de 2025.
Simone Silva.
sexta-feira, 18 de abril de 2025
Carta para Jesus
quarta-feira, 31 de maio de 2023
Um clamor inconsciente por um "salvador"
![]() |
| Wagner Moura em 'Guerra civil' — Foto: Divulgação Foto meramente ilustrativa. O texto em nada fala especificamente sobre o filme. |
Eu falo das coisas que vi de meu Pai, vós, porém, fazeis o que vistes em vosso pai. Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhes os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai a mentira.
Sem Cristo, sem Jesus não há operação de nada que seja verdade. Cristo Jesus não é um sistema, não é uma religião, nem muito menos um controle mental. Ele é Deus que se fez homem, que SE DEU, habitou entre nós e deixou o caminho para um relacionamento íntimo com o Pai. Qualquer um que busque para si subserviência, busca controle e adoração, busca o senhorio que só Deus o tem. Ele sim criou todas as coisas, enviou seu Filho para a MORTE em resgate de muitos. Logo, o mínimo que um filho de Deus deve fazer é crer em Jesus e obedecê-Lo. Humanidade sem Cristo é religiosidade e "farisaísmo", como a classe de pessoas a qual o Senhor Jesus proferia o discurso acima. Em 1 João 5:1-5 está escrito:
Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido. Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos, porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê ser Jesus o Filho e Deus?
Francis Schaeffer diz em The God Who Is There, citado no livro da Norma Braga: A mente de Cristo: Conversão e Cosmovisão Cristã:
O cristão precisa resistir ao espírito do mundo. Mas, quando afirmamos tal coisa, precisamos entender que o espírito do mundo não toma sempre a mesma forma. Então, o cristão precisa resistir ao espírito do mundo na forma que ele toma em sua geração. Se ele não o fizer, não estará resistindo de modo algum ao espírito do mundo.
A missão do cristão é exortar o mundo a crer em Jesus como Senhor e Salvador. Não há homem algum que não sofra influência espiritual enquanto viver. E, evidentemente, para estar sob a influência certa é preciso crer que Jesus é o Filho de Deus, obedecer seus mandamentos e resistir ao diabo, ao espírito do mundo que é Satanás.
O espírito mundano quer que a humanidade pense que tudo se resume a uma visão de que as relações humanas não passam de luta pelo poder. Instiga ao ceticismo como uma "prova" de intelectualidade. Promove uma antirreligiosidade soberba e militante (entende-se por antirreligiosidade a perseguição aos cristãos). Se empenha ao máximo a proibir o questionamento de determinadas ideias consideradas "politicamente corretas". Persegue com fúria aos que decidem viver um estilo de vida em liberdade com Cristo, desprovido das algemas espirituais de qualquer opressor.
Portanto, é comum evidenciar os melindres de muitos ao perceberem que o estilo de vida cristã de seu próximo não é compatível em validar ideias antibíblicas, especialmente quando é para favorecer o orgulho e vaidades humana. Ideias essas que, às vezes, vão de encontro até mesmo às normas civis da sociedade. Alguns vão abandonar o cristão, inclusive, difamá-lo com pretextos mesquinhos, sob alegação de fraqueza, incompetência, entre outros... Nas palavras assertivas de Jesus escrito em João 16.33 diz:
Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
Outrossim, as relações interpessoais de um cristão precisam ter reciprocidade e respeito. Certamente, quem o conhece de verdade, vai respeitá-lo, ainda que não concorde com ele. Porém, algumas vezes os estranhos crerão em Jesus só em observar a vida e perseverança do cristão. Lembro-me de um episódio com Paulo e Silas na cidade de Filipos, relatado em Atos os Apóstolos 16:25-31:
Por volta da meia a meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos. O carcereiro despertou do sono e, vendo abertas as portas do cárcere, puxando da espada, ia suicidar-se, supondo que os presos tivessem fugido. Mas Paulo brandou em alta voz: não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos! Então, o carcereiro, tendo pedido uma luz, entrou precipitadamente e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas. Depois, trazendo-os para fora, disse: Senhores, que devo fazer para ser salvo? Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tu casa. E lhe pregaram a palavra de Deus e a todos os de sua casa.
O clamor por mais humanidade, por paz e mais amor, na verdade é o clamor por um "salvador". Por um homem que promova a ordem social e gere um sentimento unânime nos indivíduos. É o espirito humano clamando por Seu Criador! Sua alma está sofreno pelo orgulho de não confrontar a realidade. Seu corpo tenta resistir firme aos efeitos incansáveis de ter seu espírito, alma e corpo sufocados nesta batalha. Nessa angústia toda, o homem acaba por aceitar qualquer proposta que alivie sua luta. Mas, ao homem também foi entregue a possibilidade de desejar abrir o coração para Deus, lutar com as armas certas e vencer essa batalha terminantemente:
Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo. (Apocalipse 3:20). Portanto, tomai toda armadura de Deus para que possais resistir no dia mal e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. (Efésios 6:13).
Agora clame, clame pelo Verdadeiro Salvador: Jesus!
Por: Simone Silva.
Referências Bibliográficas:
LOPES, Hernandes dias. Bíblia Pregação Expositiva: sermões, estudos e reflexões de Hernandes Dias Lopes / Hernandes Dias Lopes. /- São Paulo, 2020.
VENÂNCIO, Norma Braga. A mente de Cristo: conversão e cosmovisão cristã / Norma Braga Venâncio. São Paulo: Vida Nova, 2012.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Último Trimestre de 2016
Cremos que Deus tem suprido todas as nossas necessidades em Cristo Jesus, nosso Salvador e Senhor.
Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como a chuva serôdia que rega a terra. (Oséias 6:3)
Sumário
terça-feira, 14 de junho de 2016
Uma Forma Esplêndida de Evangelizar
Lição 1 - O que É Evangelização
Lição 2 - Deus, o Primeiro Evangelista
Lição 3 - Igreja, Agência Evangelizadora
Lição 4 - O Trabalho e Atributos do Ganhador de Almas
Lição 5 - A Evangelização Urbana e suas Estratégias
Lição 6 - A Evangelização dos Grupos Desafiadores
Lição 7 - O Evangelho no Mundo Acadêmico e Político
Lição 8 - A Evangelização dos Grupos Religiosos
Lição 9 - A Evangelização das Crianças
Lição 10 - O Poder da Evangelização na Família
Lição 11 - A Evangelização das Pessoas com Deficiência
Lição 12 - A Evangelização Real na Era Digital
Lição 13 - A Evangelização Integral nesta Última Hora
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Mensagem Rápida de Whatsapp
Jesus está voltando e muitos estão iludidos com o "falso evangelho" se achando salvos, mas suas práticas não condizem com a Bíblia.
Deus vai requerer de todos aqueles que já tiveram o conhecimento da verdade, mas mesmo assim fazem o errado e consentem os que fazem.
- Mentirosos, que embora sabendo que o “falso evangelho” não redime o homem do pecado, não liberta, não salva, mesmo assim prosseguem no erro para não criarem inimizades.
- Covardes, que não pregam a Verdade por medo de serem rejeitados, perseguidos, caluniados.
- Injustos, pois detém a justiça de Deus que é a prática do Verdadeiro Evangelho e ainda cometem injustiças contra aqueles que, por amor à Palavra de Deus e às almas, decidem viver e pregar a VERDADE!
A essas três classes de "crentes" Deus fala com clareza em sua Palavra: perderão a salvação!
1- mentirosos
2- covardes
3- injustos
1- Mas, ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a MENTIRA. (Apocalipse 22:15)
2- Mas os COVARDES, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que cometem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos — o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte. (Apocalipse 21:8)
3- Porque vos digo que, se a vossa JUSTIÇA não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus. (Mateus 5:20).
Arrependei-vos! Jesus está voltando!!!
Simone Tavares - EBD Monte Sinai.
Campina Grande - PB.






