quinta-feira, 10 de junho de 2010

O fim não é o fim... Recomece!

Costumamos encarar o fim como a cessação de tudo. Essa palavrinha de três letras é capaz de nos levar ao desânimo, ao sentimento de que tudo terminou. Mas, em Cristo, todo fim enseja um recomeço.
No princípio, Deus criou o mundo e pôs nele o ser humano, e este o decepcionou. O que aconteceu? A vida no jardim do Éden perdeu o sentido. Fim? The End, como terminam os filmes de Hollywood? Não! Simplesmente, recomeço. O Criador vestiu Adão e Eva de peles e estabeleceu novas metas para a humanidade. Enfim, o que passou, passou.


O fim do primeiro período - chamado pelos teólogos dispensacionalistas de Dispensação da Inocência - deu início ao período da Consciência. E mais uma vez o homem decepcionou a Deus. Os descendentes de Sete, filho de Adão, se misturaram a mulheres pertencentes a uma linhagem ímpia, pecadora contumaz, e a Terra ficou cheia de violência e materialismo.


Veio, então, o Dilúvio. Fim? Não. Recomeço. Deus preservou Noé e sua família, para com eles estabelecer um novo pacto e um novo período, o do Governo Humano. Mais uma vez, os homens fracassaram, ao tentar construir uma cidade com uma grande torre, para glória própria, esquecendo-se de que toda a glória pertence ao Criador (Is 42.8).


O que fez Senhor, pôs fim a tudo? Não! Frustrou aquele mau intento, a fim de que houvesse um novo começo para os homens. Mas não pense que Deus estava tentando ajudar o ser humano sem saber o que aconteceria. Quando o pecado entrou no mundo, o Senhor já tinha um plano estabelecido (cf. Ap 13.8). Os fins e recomeços foram oportunidades para a humanidade se reencontrar e entender os propósitos do Criador.


Bem, o Governo Humano não deu certo, e a Torre de Babel caiu. Como diz a Palavra de Deus, “Do homem são as preparações do coração, mas do Senhor é a resposta da boca” (Pv 16.1, ARC). Quando fazemos planos, e eles desmoronam, isso não significa o fim. Deus, naquela ocasião, espalhou as pessoas, para um novo começo. E veio o período Patriarcal.


O Senhor fez alianças com Abraão, Isaque e Jacó, e nasceram aqueles que formariam as doze tribos de Israel, mas o livro dos começos, o Gênesis, terminaria de modo aparentemente trágico: “E morreu José da idade de cento e dez anos; e o embalsamaram, e o puseram num caixão no Egito” (Gn 50.26).


Que ironia! O livro que começa com uma frase cheia de vida “No princípio, criou Deus os céus e a terra” termina com morte, embalsamamento e caixão, palavras que gostaríamos de riscar do vocabulário. Mas não podemos nos esquecer de que cremos no Doador da vida! E de que a morte, para os seus servos, é um recomeço, em outra dimensão, a celestial! Nem a morte pode nos separar do amor de Deus (Rm 8.38,39).


Começa, então, o período da Lei, com a saída dos filhos de Israel do Egito - liderados por Moisés -, que não eram mais uma família, mas um grande povo. Esse período duraria até a plenitude dos tempos, quando Deus enviaria seu Filho, “nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos” (Gl 4.4,5). No decurso desse período, entre os livros de Êxodo e Malaquias, houve vários fins e recomeços. E, como a humanidade não foi capaz de retomar o rumo segundo a vontade de Deus, mais um período chegou ao fim, como lemos em João 1.17: “Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo”.


Cristo, o verdadeiro Deus encarnado (Jo 1.1,14; 1 Tm 3.16), dá início ao período da Graça. Mas somente a sua encarnação não seria suficiente. Teria Ele de passar pelas angústias humanas. O véu precisaria ser rasgado. E não estou falando do véu do Templo, partido em dois para “dizer” que o caminho para a salvação está aberto. Para isso acontecer, de fato, um outro véu teria de ser rasgado: o corpo de nosso Senhor (Hb 10.20).


Jesus nasceu e morreu. Fim? Bem, se a sua morte fosse o fim, estaríamos perdidos. Mas... Ah, como eu gosto dessa palavrinha também de três letras! Às vezes, até usamo-la de modo inconveniente, para criticar alguém: “Gosto de Fulana, mas...” Contudo, veja como ela se encaixa como uma luva em 1 Coríntios 15.17-20:


E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo, pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.


Glória a Deus! Se Jesus não tivesse ressuscitado, a nossa fé seria vã e estaríamos perdidos. Mas Cristo ressuscitou! Que recomeço maravilhoso e triunfante, não acha? Lembra-se das mulheres que foram visitar o corpo de Jesus, e encontraram a pedra revolvida e o túmulo vazio (Mc 16.1-4)? Que recomeço para elas, que já não tinham esperanças!


Você pode escolher, ao passar por uma decepção ou tragédia, uma das duas palavrinhas de três letras: fim ou mas. É possível que você esteja enfrentando grandes angústias agora. Há, quem sabe, muitas decepções em seu coração: a perda de um ente querido em uma tragédia, a interrupção de uma gravidez, um sonho não realizado, uma enfermidade... Bem, você tem a oportunidade de deixar para trás as frustrações e começar uma nova fase da vida com alegria e satisfação.


O fim não é um fim em si mesmo. Lembre-se de que sempre haverá um mas. Fico pensando o que seria de nós se alguns versículos terminassem antes dessa palavrinha. Imagine se Romanos 6.23 terminasse assim: “o salário do pecado é a morte”. Entretanto, há um complemento animador: “o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”. Já pensou se não houvesse um mas em Provérbios 28.13: “O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia”. Mas as misericórdias do Senhor são a causa de sermos consumidos, e elas se renovam cada manhã (Lm 3.22,23).


Sabe, vou lhe confessar uma coisa. Um dos principais problemas que tenho ao escrever é a repetição da palavrinha mas - conjunção coordenativa adversativa que expressa oposição ao que foi dito numa oração anterior. Já fui até orientado por uma profissional da língua portuguesa e vivo me policiando sobre isso.


Entretanto, neste artigo, estou me sentindo completamente à vontade para dizer quantos mas forem necessários! Afinal, temos dificuldades e aflições, mas o Senhor é o nosso Pastor! O Inimigo se levanta contra nós, mas maior é aquEle que está conosco! Os nossos corações nos condenam, mas maior é Ele do que os nossos corações!



Você pode ter enfrentado uma grande dificuldade, frustrações e decepções; mas tudo isso acabará, se você tiver esperança, e uma nova fase de vitórias terá início, pois cremos que o fim traz um grande recomeço para aqueles que depositam a sua esperança em Jesus Cristo!


O profeta Miquéias vivia dias semelhantes aos nossos (7.1-6). Contudo, havia um “porém”. Qual? A sua certeza de um recomeço em Deus estava inabalável, e ele exclamou: “Eu, porém, esperarei no Senhor; esperei no Deus da minha salvação: o meu Deus me ouvirá” (v.7).


Pessoas especiais morreram, mas Cristo está vivo e consola o seu coração. Este ano pode não estar sendo bom para você, mas guarde a sua fé e a sua esperança, pois ainda surgirão grandes oportunidades, em Deus!
 
Por: Pr. Ciro Sanches Zibordi
 
FOTE: http://cirozibordi.blogspot.com/

sábado, 15 de maio de 2010

O cuidado com as ovelhas

Graça e paz, queridos leitores!

Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. Mas tu (EU, VOCÊ E TODO AQUELE QUE DESEJAR CUMPRIR O IDE) , sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério.

Preciso parafrasear mais alguma coisa? Tens, querido leitor, mais alguma dúvida? Está claro! Então cumpramos as Escrituras Sagradas!

Material didático:

sábado, 1 de maio de 2010

O Poder da Intercessão

Graça e paz a todos!


"E quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós; antes, vos ENSINAREI o caminho bom e direito" (1 Sm 12.23).


MATERIAL DIDÁTICO:

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Anunciando Ousadamente a Palavra de Deus

Subsídio da Lição 3: Anunciando Ousadamente a Palavra de Deus - Por Pastor Altair Germano

JEREMIAS É CHAMADO A PREGAR NA PORTA DO TEMPLO

 A porta do templo era um local estratégico para a pregação, uma vez que todos precisavam por lá passar para terem acesso às cerimônias religiosas. Deus tem sempre um lugar estratégico para que os seus pregadores, ensinadores e profetas ministrem a sua Palavra. Para Jeremias foi a porta do Templo (Jr 7.2), para Elias o monte Carmelo (1 Rs 18.17-40), para João Batista o deserto (Mt 3.1-12), para Paulo, as sinagogas judaicas (Atos 13.5; 17.1, 10, 17ss). Qual é o lugar estratégico onde Deus te colocou para proclamar a sua Palavra à uma geração "evangélica" que se afasta de sua vontade?

Como já vimos na lição anterior, a corrupção moral e espiritual da nação era generalizada (Jr 1.18-19). A mensagem que o povo precisava ouvir era a mesma para os reis, príncipes e sacerdotes.

Somente reis, príncipes e sacerdotes vivendo em santidade e em obediência à palavra do Senhor poderiam conduzir a nação nestes objetivos e ideais. Apenas pastores e líderes santos poderão proclamar a palavra de Deus com unção, ousadia e autoridade.

JEREMIAS COMBATE A TEOLOGIA DO TEMPLO

O Templo tinha tornado-se uma espécie de talismã nos dias de Jeremias. A lógica era a seguinte: o templo representava o cuidado de Deus pelo seu povo (1 Rs 9.1-3). Dessa forma eles se sentiam indestrutíveis, pois acreditavam que a simples presença do Templo era garantia plena de segurança. Um indivíduo ou um povo em condição de apostasia geralmente negligencia alguns aspectos da Palavra de Deus. No mesmo texto de 1 Reis havia sérias advertências por eles negligenciadas (v. 4-9).

Nos dias atuais temos algumas idéias distorcidas acerca da proteção e aprovação de Deus para com as nossas atitudes, crenças e postura. Por exemplo:

- Se a obra está crescendo é sinal que Deus está aprovando o trabalho. Já vi obras crescerem nas mãos de líderes corruptos, opressores e adúlteros. Pode ter certeza que tal crescimento não aprovava, nem aprova a condutas de tais líderes. A obra cresce porque a Palavra é de Deus, a obra é de Deus e o povo é de Deus. A lógica de Gamaliel nem sempre funciona (At 5.33-39), ou seja, a destruição ou falência daquilo que aparentemente é de Deus não acontece do dia para noite. Tais obras poderão perdurar até a volta de Jesus. Um exemplo disso são as falsas religiões que dizem ser de Deus.

- Se o pregador fala muita língua, ou se a irmã ou irmão profetizam muito, é sinal que eles são espirituais e santos. Nem sempre. Há também muita gente "desmantelada" profetizando e pregando por este Brasil afora. Na igreja aparentam ser uma benção, mas em casa e na vida privada são um verdadeiro terror e vergonha.

Deus não tem compromisso, assim como na teologia do Templo, com o aparente. Deus vê o coração e as intenções (1 Sm 16.7; Hb 4.12).

Na teologia do Templo nos dias atuais, temos também a falsa idéia de que a imponência, o luxo e o tamanho dos templos manifestam a aprovação de Deus sobre este ou aquele ministério. É peciso saber diferenciar as coisas.

A LIÇÃO DE SILÓ

Precisamos aprender as lições do passado. A desobediência sempre promoverá as devidas consequências. O comentarista da lição enfatiza neste ponto o problema das teologias modernas, onde dentre as quais, no meu entendimento, a que mais tem achado guarida no meio assembleiano é a Teologia da Prosperidade, uma distorção da verdadeira prosperidade bíblica, pregada e defendida abertamente por pastores e líderes, inclusive de grande influência e ocupantes de cargos do alto escalão assembleiano.

Os "arranjos" homiléticos e litúrgico citados neste ponto dizem respeito àquilo que se tornou atualmente "caricatura" de pregação, sofismas e show de auditório. Nos cultos, se apela para tudo, com a falsa idéia mercadológica da satisfação ao cliente.


O perigo de nossos triunfos é também tratado, como um alerta para aqueles que crescem tanto, conquistam tantas coisas, ao ponto de tornarem-se auto-confiantes, arrogantes e presunçosos, se achando acima da média e da crítica.

Que o Senhor nos ajude!

Que o Senhor use poderosamente os professores/profetas para esta geração!

FONTE: http://altairgermano.blogspot.com/


Material didático de minha aula:

domingo, 4 de abril de 2010

Jeremias, o Profeta da Esperança

Queridos, graça e paz!

Iniciamos mais um trimestre de nossa Escola Bíblica Dominical com a graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Muito me alegrei com o tema do trimestre e para mim veio no momento certo!!!

Ai está o material didático da nossa aula:

sábado, 3 de abril de 2010

O Ofício do Verdadeiro Profeta - Ezequiel 33



“E eles vêm a ti, como o povo costuma vir, e se assentam diante de ti como o meu povo, e ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra; pois lisonjeiam com a sua boca, mas o seu coração segue a sua avareza. E eis que tu és para eles como uma canção de amores, canção de quem tem voz suave e que bem tange; porque ouvem as tuas palavras, mas não as pões por obra”. (Ezequiel 33. 31,32).

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Não Desperdice suas Tristezas

Amados,

Este post é de autoria da minha amiga Laudiceia Mendes, do blog Luz para o Caminho, e como muitos que tem por lá, é simplesmente maravilhoso.

Confiram!!!

Há coisas que nos fazem sofrer mais do que outras, por incrível que possa parecer. Coisas que nos fogem ao controle, por mais centrados que sejamos, nos dão medo... Mas, como bem colocou minha amiga, a dor traz frutos, ou pelo menos é para trazê-los, afinal é para dar frutos que Deus nos permite chorar!!!

A dor não é estéril.
As bençãos que herdamos do passado custaram sofrimento e sacríficio.
Nossa redenção vem do Getsêmani e do Calvário.Obtemos o céu mediante as lágrimas e o sangue de Cristo.
A experiência da tristeza pode gerar riquezas.
A natureza ilustra bem esta realidade:
A pérola é uma ferida cicatrizada.Os diamantes são a forma cristalizada do carbono, criados sob extremo calor e pressão.

"Lamentar pode ser um verbo estranho em nosso mundo, mas não nas Escrituras.

Setenta por cento dos salmos são poemas de dor.
Ora, o Antigo Testamento inclui um livro de lamentações.
O filho de Davi escreveu: "A tristeza é melhor do que o riso, porque o rosto triste melhora o coração" (Eclesiastes 7:3).
Exploramos as questões mais profundas da vida na caverna da dor. Por que estou aqui? Para onde vou? Um giro pelo cemitério levanta questões difíceis, porém vitais."
Uma coisa é certa: Davi se negou a ignorar sua dor.
Davi entregou-se à total força de seu pesar :"Estou exausto de tanto gemer. De tanto chorar inundo de noite a minha cama; de lágrimas encharco o meu leito" (Salmo 6:6).
E, depois, mais tarde: "Minha vida é consumida pela angústia, e os meus anos pelo gemido; minha aflição esgota as minhas forças, e os meus ossos se enfraquecem" (Salmo 31:10)."

"Dê tempo para si mesmo. Enfrente sua dor com lágrimas, tempo, e — mais uma vez — enfrente sua dor com a verdade. Paulo incentivou os tessalonicenses a sofrer, mas não quis que os cristãos fossem "ignorantes quanto aos que dormem, para que não se [entristecessem] como os ou¬tros que não têm esperança" (1 Tessalonicenses 4:13)."

Um dos versos mais clássicos da nossa Harpa Cristã diz:
"Os mais belos hinos e poesias foram escritos em tribulação,e do céu as lindas melodias se ouviram na escuridão"(hino de nº 122).

Portanto "NÃO DESPERDICE TUAS TRISTEZAS"...encontre nelas inspiração para as mais profundas composições de tua vida.

Imagine se Davi tivesse desperdiçado suas tristezas...imagine se Paulo tivesse desperdiçado suas tristezas...imagine se os profetas tivessem se deixado anular pelas tristezas...
Todos os grandes protagonistas bíblicos foram produtivos na tristeza...seus gemidos ainda ecoam...mas seus feitos prevalecem.
Quantas mensagens deixaram de serem ouvidas, quantos hinos deixaram de serem cantados, quantos livros deixaram de serem escritos,quantos testemunhos se silenciaram...porque as pessoas se deixaram reduzir pelas argruras de suas vidas...

Deve você saber que tua dor pode ser teu ministério...

Não são poucos que tem glorificado a Deus e edificado milhões com os frutos da sua dor.
O ministério da consolação é o ministério dos aflitos.

" QUANDO ESTIVE ENFERMO, CERTA VEZ PROSTRADO,
APRENDI, DO MODO COMO FUI TRATADO,
COMO PENSAR CHAGAS,
COMO TER CUIDADO
COM O MEMBRO DORIDO,
COM O MEMBRO PISADO.
NA DOR QUE SOFRI...SOFRENDO APRENDI.

QUANDO PELA ANGUSTIA, CERTA VEZ, RASGADO,
APRENDI DO MODO EM QUE FUI CONSOLADO,
A LEVAR CONSOLO,
MINISTRAR CUIDADO,
AO QUE TEM SOFRIDO,
AO QUE ESTÁ CANSADO.
NA DOR QUE SOFRI...DE DEUS APRENDI."(A.D).

Laudiceia Mendes
Bibliografia:
Mananciais noDeserto-Lettie Cowman
Derrubando Golias-Max Lucado

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Princípios Teológicos, Éticos, Morais e Espirituais da Reforma Protestante (2)

Graça e paz, queridos leitores!

Esta é uma pequena parte do texto que o pastor Altair Germano publicou em seu blog.
É bem interessante, passem lá e confiram, não somente a primeira e a segunda parte sobre este assunto, mas vários outros também...


SOLA SCRIPTURA: A Erosão da Autoridade

Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes têm mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus. Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música. À medida que a autoridade bíblica foi abandonada na prática, que suas verdades se enfraqueceram na consciência cristã, e que suas doutrinas perderam sua proeminência, a igreja foi cada vez mais esvaziada de sua integridade, autoridade moral e discernimento.


SOLI DEO GLORIA: A Erosão do Culto Centrado em Deus

Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos, os apetites de consumo, ou nossos interesses espirituais particulares. Precisamos nos focalizar em Deus em nossa adoração, e não em satisfazer nossas próprias necessidades. Deus é soberano no culto, não nós. Nossa preocupação precisa estar no reino de Deus, não em nossos próprios impérios, popularidade ou êxito.


Tese 5: Soli Deo Gloria

Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a auto-estima e a auto-realização se tornem opções alternativas ao evangelho.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Um ateu canta no coro da igreja

Graça e paz!

Estimados leitores e alunos, dêem uma olhadinha no post “Um ateu canta no coro da igreja” no blog do Pr. Magno Paganelli.

"Faço parte de um coral gospel. Sabem que sou ateu, mas são muito tolerantes...”

Será que em nossas igrejas não estamos presenciando algo parecido com isso?

Que Cristianismo é esse?!

Aparência!
Cristianismo de aparência!
É mesmo o fim!!! Será que não vêem que parte de nossos cultos estão sendo mensagens soltas lançadas a favor de uma causa qualquer, exceto pela causa de Cristo?!

Quantas aberrações pregadas sejam elas cantadas ou não que só servem para confundir e desnortear a muitos!

Precisamos voltar ao Evangelho da Cruz de Cristo urgentemente enquanto há tempo, senão sobre nós cairá a ira de Deus!

Que Deus tenha misericórdia de nós!

POR QUE VOCÊ NÃO VAI À ESCOLA DOMINICAL?

Graça e paz, queridos leitores e alunos!

Este post é um texto do Pr. Altair Germano.
Recomendo ao caros leitores deste modesto blog dar uma passadinha por lá e conferir, além de muitos outros posts, os comentários feitos sobre este post aqui. É surpreendente a posição de muitos irmãos quanto à EBD de suas igrejas!
Inclusive, esta imagem deste bonequinho de frente para uma interrogação e esta espiral ao fundo, foi muito bem colocada para o tema. Parabéns ao Pr. Altair.


Por que você não vai à Escola Dominical?

 
Se esta simples pergunta fosse feita por pastores, superintendentes ou professores de ED aos ex-alunos ou alunos em potencial, muita coisa boa poderia acontecer.
Mas, por qual razão tal pergunta não é feita? Vejamos algumas possibilidades:

- Medo de ouvir o que já se sabe;

- Acham que é obrigação de todo crente frequentar a ED, independente da qualidade do ensino e de outros fatores que contribuem de maneira favorável para o crescimento integral do aluno;

- Pessimismo. Pensam que mesmo com as respostas as coisas não poderiam ser mudadas na ED devido ao descaso da liderança maior (pastores ou superintendentes) para com a mesma;

- Falta de real interesse pelo bem estar dos alunos;

- Falta de compromisso e de zelo pela obra de Deus;

- Falta de treinamento, orientação e qualificação administrativa e pedagógica;

- Falta de uma verdadeira "chamada" de Deus para o ministério do ensino;

- Resistência às mudanças;

- Nunca pensou nisso;

- Espiritualidade equivocada. Acha que os problemas e as soluções serão sempre "reveladas" por Deus através de profecias, visões, do envio de um anjo ou coisas semelhantes a estas;

A capacidade de ouvir é uma das grandes virtudes de um líder.
Outros fatores poderiam ser listados, mas vamos ficar por aqui.
Digo sem medo de errar, que no contexto geral da igreja, há um número no mínimo igual ao de alunos matriculados na ED, que pelas mais diversas razões estão fora dela.
Em nome da "Síndrome da Gabriela" (eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim...) ou do "argumento falacioso (ou equivocado) dos marcos antigos", muitas Escolas Bíblicas Dominicais caminham de mal a pior.
Do alto de sua arrogância (ou ignorância), muitos líderes insistem na idéia de que o aluno sempre tem que se adequar a ED (horário, dia, estrutura, etc), e nunca a ED se adequa ao alunos e às novas realidades e desafios do mundo pós-moderno.

Mudar o próprio dia da ED, ou criar dias alternativos além do domingo é para muitos um "sacrilégio", uma "blasfêmia", um "pecado", mas nunca tentam fazer pelo menos como uma experiência, para ver se haverá um resultado satisfatório.
Inovar na prática docente e pedagógica é outro grande desafio. Boa parte dos alunos, principalmente as crianças, adolescentes e jovens, passam a semana experienciando aulas interessantes e inovadoras em suas escolas, para no domingo sofrerem diante de um professor despreparado, fossilizado e mumificado, que parou no tempo e no espaço. De quem é a culpa? Do professor que não busca a qualificação, ou da escola que não investe nele?

Sim, é preciso orar e buscar em Deus a direção, a sabedoria e a provisão. Mas, será que é sempre Deus que fará as coisas por nós? Não estamos um pouco (ou muito) acomodados?

Ouse perguntar!

Ouse ouvir!

Ouse agir!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Encontro para a Consciência Cristã

Graça e paz Amados!

Estou cheia de alegria e mais inteirada em alguns assuntos bem pertinentes ao público cristão de hoje, graças a Deus que move o coração de homens como o pastor Elder Feber, presidente da VINACC.
No período do carnaval minha querida e amável Campina Grande, que já foi conhecida no Brasil e no mundo por realizar outros eventos (que não vou citá-los aqui, claro), agora é conhecida por realizar o maior evento evangélico da América Latina na atualidade: Encontro para a Consciência Cristã! Na verdade é um Mega Encontro... Sim, porque, reunir pastores e palestrantes do porte dos que cito logo abaixo, não é para qualquer evento!
Não tenho palavras para descrever, caro leitor!
Foi simplesmente Excepcional!

Fica agora a saudade, a esperança e expectativa para o próximo ano, cujo tema será: O Retorno para o Evangelho da Cruz.


Comece a formar sua caravana para 2011!
Não deixe de conhecer esse Mega Encontro que pode impactar e modificar sua caminhada cristã!!!

Um fraterno abraço a todos!


- Dr. Russell Shedd – IB/SP
- Pr. Hernandes Dias Lopes - IPB/ES
- Pr. Paulo Solonca - 1ª IB - Florianópolis/SC
- Pr. Antônio Carlos Costa - IPB/Barra-RJ
- Pr. Luiz Sayão – IBNU/SP
- Pr. Franklin Ferreira – IBG – S. J. dos Campos/SP
- Pr. Edison Queiroz – 1ª IB – Stº André/SP
- Pr. Joaquim Andrade - CREIA/RJ
- Pr. Renato Vargens – ICNA/RJ
- Pr. Carlos Alfredo – Portas Abertas/PB
- Prof.Adauto Lourenço – FIEL/SP
-Ev.Gilson de Ferrari - AD/RS
- Eliane de Ferrari - AD/RS
- Pr. Aurivan Marinho – IC - Recife/PE
- Pr. César Moisés - CPAD/RJ
- Profª. Telma Bueno- CPAD/RJ
- Pr. Sézar Cavalcante – FTB/SP
- Pr. Edvaldo Oliveira – AMME/SP
- Pr. Estevam Fernandes - 1ª IB – JP/PB
- Pr. Jorge Noda – ICV – JP/PB
- Pr. Luiz Vieira – ICNV – CG/PB
- Prof. José Mário – IPB – CG/PB
- Profª. Rozangela Justino – ABRACEH/RJ
- Prof. Paulo Cristiano – CACP/SP
- Prof. Aldo Menezes – IAB-JP/PB
- Miss. Joide Miranda – IBP-Cuiabá/MT
- Miss. Sérgio Ribeiro – JUVEP – JP/PB
- Miss. Edna Miranda - IBP-Cuiabá/MT
- Edson Camargo– MSM/SP
- Eleny Vassão – IPB/SP
- Marilene Ferreira - FIEL/SP
- João Luiz Vieira - IPFVE/RJ
- Socorro Telles – IPB - CG/PB

Exortação à Santificação

Graça e paz queridos!

Aí está a nossa aula de domingo passado:

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A Glória das Duas Alianças

Graça e Paz, queridos!

Mas uma semana se passa de um ano que já começou com muitas catástrofes no cenário nacional e mundial. Isso só nos mostra uma coisa: Jesus está voltando! [Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. Mateus 24.30,31]. Isso mesmo, simples assim!!! Mas só é simples compreender que tais acontecimentos são os sinais da volta do Filho do homem para os que realmente têm o Espírito Santo de Deus. Não é fácil entender os eventos naturais, políticos, sociais, etc. da atualidade se Deus não nos der o discernimento!
Para você, caro leitor e aluno, convido-os a ler os textos do blog do Pastor Marcello Oliveira:

Deus, nós e o Haiti de Edinilson C. de Abreu
A radiografia de uma sociedade doente de Pr. Marcello Oliveira

e do blog de Laudiceia Mendes:
Parem de falar mal da rotina

Os textos dos nossos queridos irmãos vão dar uma panorâmica interessante sobre tais acontecimentos.

Aula de Domingo 24/01/10:

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Tirando Dúvidas

Ao receber a revista deste primeiro trimestre da EBD e conferir as novidades da CPAD, me deparei com uma coisa excepcional! A mais nova obra do pastor Ciro Sanches Zibordi: ERROS QUE OS ADORADORES DEVEM EVITAR. E desde então estou aguardando ansiosa sua chegada ao mercado, especialmente porque faz algum tempo que preciso de subsídio para continuar ensinando sobre este assunto: hinos que realmente glorifiquem a Deus!

Fiz a propaganda do livro na sala domingo mesmo e, diante mão, vos convido a participar do concurso:
“3 anos do Blog do Ciro”.

No final da aula uma aluna veio me pedir para dar uma olhadinha em uma de suas seleções de hinos.
Enquanto escutava aquelas músicas, belas melodias, inclusive, eu me perguntava: o que realmente devemos cantar nas igrejas hoje? Esse aqui eu cantaria? E esse outro? É tão bonita essa estrofe aqui! Ops, mas já essa frase aqui não está muito bem colocada não! Ah, mas deve ter sido para dar a rima, afinal é uma poesia! Mas será que o salmista Davi se preocuparia em rimar ou em falar aquilo que Deus o instruísse?!

Claro que muitas e muitas vezes eu já havia me perguntado essas mesmas coisas. Já orientei outras vezes que hino colocar ou não em um conjunto, mas dessa vez foi diferente, entendem?!

Em resumo, é assim:

Hinos de Adoração – letras que engrandeçam e exalte o nome do Senhor, que exponham seus atributos divinos;
Hinos que preguem a Cruz – letras que evangelize o pecador;
Hinos de Arrebatamento – letras que tratem da urgência de se preparar para o fenômeno do arrebatamento.

É sobre esse tripé que louvo a Deus nas igrejas e nos cultos ao ar livre que participo.

A Defesa do Apostolado de Paulo

Graça e Paz, queridos leitores e alunos e um feliz 2010 a todos!
Estive ausente por alguns dias enquanto concluía minha monografia de conclusão de curso, mas graças a Deus que tudo deu certo e já estou de volta!
Iniciamos mais um ano e, portanto, mais um trimestre da EBD e, diante mão, peço as vossas orações e colaborações para fazermos um blog dinâmico e participativo, em nome de Jesus!


Se fizermos o que Deus nos manda, possivelmente desagradaremos a muitos. Se mantivermos a constância, com certeza, mesmo esses muitos desagradados poderão mudar de opinião futuramente. Porém se tentarmos agradar a todos, até quem nos apóia no momento ficarão contra nós depois!
(Simone Tavares)

Material didático:

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Davi e o Tempo de Deus em sua Vida

Belíssima história de um verdadeiro homem de Deus, cujo exemplo deve e precisa ser seguido. Em tempos de profundo individualismo, um ser humano decidir espera o tempo de Deus, mesmo que para isso precise passar por perseguições, desertos, cavernas, provações diversas, realmente precisa ser ungido e convicto da chamada de Deus em sua vida. Até porque as mensagens que estão sendo pregadas (sejam elas faladas, escritas ou cantadas), são pós-modernistas e tende a levar-nos ao imediatismo. Portanto, esperar hoje, ficou para poucos, um remanescente que quer ver o nome do Senhor Jesus ser glorificado. Material didático:


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sábado, 17 de outubro de 2009

Lição 3 - Davi na Corte Real - Vivendo com Sabedoria

Graça e paz a todos!

Bem, está presente lição eu vou resumir em uma única frase: um ser humano completo! Foi assim que analisei a trajetória da vida de Davi, o rei segundo o coração de Deus.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Lição 2 - Davi Enfrenta e Vence o Gigante

Graça e paz, queridos!
A presente lição nos traz um aprendizado espiritual muito grande: sob as mais adversas situações e circunstâncias, é possível vencer a batalha, se o Senhor dos Exércitos estiver conosco! Porém nem sempre as batalhas as quais decidimos enfrentar são da vontade de Deus. Entra agora em questão o discernimento espiritual pelo qual saberemos os desígnios de Deus. É em vão batalhar se Deus não estiver na frente de batalha. É em vão questionarmos a Deus quando já sabemos o que Ele quer de fato. Se pusermos em nosso coração a vontade de fazer aquilo que Deus quer, conforme Davi o fez, seremos sempre vencedores!


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